O sumo da vida ainda está para acontecer
Os marmeleiros estão floridos
As verrugas ardentes
O ódio enxotado
Vasculho tudo e encontro um pedaço de favo de mel
Que abelhas ferozes produziram e zarparam para longe
Deixaram seus ovos que não nasceram
Pereceram como minha agonia
Agora sou um culina ando à toa corro léguas
Vejo no abdômen a ânsia de viver
E mergulho como um peixe no inferno zodiacal
Viajo além para até onde minha imaginação permite
E qual cogumelo cubro minha base vesperina
Semeio sempre o bom humor
As vezes os quilíarcos não compreendem
Vislumbro então um adamita
Que sem qualquer pesadelo leva consigo uma miniatura
Tão pequena que necessita uma lupa para visualização
Seria a esperança?
acumaé?