A ARTE DE PEDIR -A PEDIDOS

por xico sá

Uma das maiores virtudes de uma fêmea é arte de pedir.

Como elas pedem gostoso.

Como elas são boas nisso.

Resistir, quem há de?

Um simples “posso pegar essa cadeira, moço?” vira um épico. É o jeito de pedir, o ritmo da interrogação, a certeza de um “sim” estampado na covinha do sorriso.

Pede que eu dou.

Pede todas as jóias da Tiffany´s, minha bonequinha de luxo!

Estou pedindo: pede!

Eu imploro, eu lhe peço todos os seus pedidos mais difíceis.

Pede a bolsa mais recente da Louis Vuiton, pede o shopping inteiro, pede o Iguatemi, pede a Daslu, melhor ainda, pede a Daspu e veste só para o teu homem.

Pede que compro nem que seja no camelô, na 25 de Março, nas galerias dos coreanos, compro da Orenilda, minha prima sacoleira de São Miguel Paulista.

O que importa é o requinte e o atendimento da demanda.

Não me pede nada simples, faz favor, please.

Já que vai pedir, que peça alto. Você merece, uma mulher como essa não tem preço.

Um concerto de Iggy Pop bem longe daqui?

Te levo.

Amor sincero?

Fácil, fácil.

Fidelidade?
Acabo de criar o seu exclusivo cartão de milhagem.

Como é lindo uma mulher pedindo o impossível, o que não está ao alcance, o que não está dentro das nossas posses.

Podemos não ter onde cair morto, mas damos um jeito, um truque, 12 vezes sem juros, no pré-datado, no cheque sem fundos.

Até aqueles pedidos silenciosos, quando amarra a fitinha do Senhor do Bonfim no braço…, são lindamente barulhentos.

Homem que é homem vira o gênio da lâmpada diante de uma mulher que pede o impossível.

Ah, quero o batom vermelho dos teus pedidos mais obscenos.

Quero o gloss renovado de todas as vezes que me pede para fazer um pedido, assim, quase sussurrando no ouvido: “Amor, posso te pedir uma coisa? Posso mesmo?”

Um jantar no D.O.M. ou no Fasano?

É pouco para o meu bico.

Flores de helicóptero?

Como na filosofia do pára-choque, o que você pede chorando que não faço sorrindo?!

Pede, benzinho, pede tudo.

Que eu largue a boemia, pare de beber e me regenere???

Pede, minha nega, que o amor tudo pode.

Mesmo as que têm mais poder de posse que todos nós não escapa de um belo pedido.

Com estas, as mais poderosas, tem ainda mais graça. Elas pedem só por esporte ou fetiche, o que não lhes comprometem a pose e muito menos a independência futebol clube.

Não é questão de poder ou dinheiro.

O que importa é o pedido em si, o romantismo que há guardado no ato.

Os melhores cremes da Lancôme? Vamos a Paris comprar juntos.

Eu lhe peço: me pede.

Não pede mimos baratos, pede atenção, por exemplo, essa mercadoria tão cara ao mundo das moças. Pede que corrija os erros do meu português ruim, que eu deixe de alternar a segunda e terceira pessoa, que falta de classe, na boa, pede, nem que eu chame o Pasquale para ficar de “vela” corretiva entre nós dois…

Pede, amorzinho, pede gostoso, sou o senhor das tuas demandas.

Publicado em:  on 22 06pmMon, 30 Jun 2008 13:40:56 +0000ç2008 2008 at 1:40 pm Deixe um comentário

MISTURA DE IDÉIAS

 

Cada palavra dita leva a um desespero inócuo.

Seria contumaz dizer que a atmosfera está pesada

são cargas genocídicas, apuros de contrabando

violências, mutilações

erros de estratégia, vocações sem esmero

espaços perdidos no momento oportuno.

A vivencia do ego é multifacial

escambos de corpos sem uso de dinheiro

purificações sem qualquer etapa de sofrimento

pesares na consciência suja de fumaça de entulho

energia magnética de sentimentos hostis

palavrões, singelezas no agir.

Perpetuamento da espécie

Carnificina varonil e estímulos enternecedores

valencia gramatical e seres inanimados

povoamento de todos os argumentos ignóbeis.

Cerceamento da hipocrisia.

Vozes do além não ouvidas

mas digeridas.

Escrúpulos descabidos sem qualquer possibilidade de entendimento.

Casas varonis se esticam ao longo da rua.

Perda de memória.

Ainda bem

nada vi, nada disse, fato consumado.

 

 

 

 

 

Publicado em:  on 22 06amThu, 26 Jun 2008 00:42:16 +0000ç2008 2008 at 12:42 am Deixe um comentário

Rir é preciso

 

 

Recebida por e-mail

 

               Enquanto isso…

 

               Entre uma viagem e outra, a loira queria telefonar

querendo falar com a mãe, que estava na Alemanha,

foi à empresa de telefonia.

O gerente informou-lhe que a ligação custava R$18,00 por minuto,

ela não tinha dinheiro, ficou apavorada e disse que faria qualquer coisa

para poder falar com sua mãe.

    O homem perguntou-lhe:

      – Qualquer coisa?

      – Sim! Qualquer coisa!

      – Acompanhe-me até a sala ao fundo.

      E ela foi. Chegando lá, ele disse:

      – Ajoelhe-se!

      Ela ajoelhou.

      – Abaixe o zíper da minha calça!

      Ela abaixou.

      – Tire-o para fora.

      Ela tirou e o segurou entre as mãos.

      O homem disse:

      – Pode começar.

      Ela aproximou-o da boca e falou:

      – Alô… Mamãe… Você nem imagina de onde

estou ligando……..

 

 

Publicado em:  on at 12:41 am Deixe um comentário

POETAS CEARENSES EM DESTAQUE

No livro: O Brasil que os Poetas Cantam, de autoria de Edgard Rezende, 2.ª edição, 1958, me chamou a atenção a quantidade de poetas cearenses, ali inseridos entre outros de grande destaque nacional.

Vão relacionados a seguir com uma estrofe de poesias de suas autorias.

 

 

JUVENAL GALENO, nasceu no Ceará, (1836 – 1931) 

 

“Cajueiro pequenino

Carregadinho de flor

À sombra das tuas fôlhas

Venho cantar meu amor”

 

PAULA NEI, nasceu em Aracati – CE, (1858 – 1897)

 

“Ao longe, em brancas praias embalada

Pelas ondas azuis dos verdes mares,

A Fortaleza, a loura desposada

Do sol, dormita à sombra dos palmares.”

 

ÁLVARO MARTINS, nasceu em Trairi – CE, (1868 – 1906)

 

“Brancas praias, alvas dunas

Onde o mar rolando chora,

Coqueiros onde as graúnas

Cantam, ao nascer da aurora!”

 

ANTÔNIO SALES, nasceu em Paracuru – CE, (1868 – 1940)

 

“Na sombra, ao pé das árvores, rumina

O manso gado em plácida manada;

E o sol enrola as flâmulas douradas,

Que desfraldara às brisas da campina.”

 

Pe. ANTÔNIO TOMÁS, nasceu em Acaraú – CE, (1868 – 1941)

 

“Ao sôpro do terral abrindo a vela,

Na esteira azul das águas arrastada,

Segue, veloz, a intrépida jangada,

Entre os uivos do mar que se encapela.”

 

JOSÉ DE CARVALHO, nasceu no Crato – CE, (1872 – 1933)

 

“Este inverno foi bom. Choveu bastante.

Há fartura e há paz pelo sertão,

Rios a transbordar, pasto  abundante

E planícies de neve de algodão.”

 

ÁLVARO BOMILCAR, nasceu no Crato – CE, (1874 – …)

 

“Vive feliz e morre como um santo.

O campônio, o caipira, o sertanejo,

Que, à distância de um pobre lugarejo,

Habita, em paz, bucólico recanto.”

 

AUGUSTO LINHARES, nasceu em Baturité – CE, (1879 – …)

 

“Quando Dodora ao céu chegar – é minha crença,

E ao Chaveiro disser: – Dá Licença, meu Santo?

São Pedro, vendo-a, lhe dirá com certo espanto,

- Você, Dodora, não precisa de licença!…”

 

 

BENI CARVALHO, cearense, (1886 – …)

 

“Outubro! O sol se esvai no ocaso poento,

À tarde entoando os salmos da agonia…

E pela encosta, e, pelo azul nevoento,

Passa, smorzando, ao longe, a ventania…”

 

CARLOS SÁ, nasceu em Fortaleza – CE, (1886 – …)

 

“Tardes do fim de abril, serenas e formosas,

Morre aos poucos no azul dos céus a claridade

Do dia. Os corações se apertam de saudade.

Paira na terra em flor doce aroma de rosas.”

 

JÚLIO MACIEL, nasceu em Baturité – CE, (1888 – …)

 

“Rebelde e forte, aqui, outrora se implantava

A taba indiana – aqui onde a alma lua cheia,

Pródiga, a derramar em cachões a luz flava

- Agora a estes casais a fachada clareia.”

 

 

CRUZ FILHO, nasceu em Canindé – CE, (1889 – …)

 

“De ondas revoltas, negra e encapelada,

Ei-la dançando entre lençóis de espumas,

Liquefeita esmeralda borrifada

De sombras tristes e de intensas brumas.”

 

 

MÁRIO LINHARES, nasceu em Fortaleza – CE, (1891 – …)

 

“Ceará. Pleno sertão. Agôsto. Um sol de brasa

Queima impiedosamente o ventre da floresta.

O ar, pesado, asfixia. O espaço nem uma asa

De ave corta. Adustão flôres e frutos cresta.”

 

 

MARTINS D’ALVAREZ, nasceu em Barbalha – CE, (1903 – …)

 

Na tua carne cor de terra, presa

À inclemência das taras ancestrais,

Grita esplendidamente a natureza

Dessas quentes paragens tropicais.

 

FILGUEIRAS LIMA, nasceu em Lavras – CE, (1909, …)

 

Chove na minha terra!

Chove no Ceará!

Tudo é verde para a volúpia dos olhos

E as águas cantam para gôzo dos ouvidos.

Há delícia, prazer e encantamento,

Há festa para todos os sentidos!

Publicado em:  on 22 06amWed, 25 Jun 2008 11:35:51 +0000ç2008 2008 at 11:35 am Deixe um comentário

AI! SE SÊSSE!…

 

 

Do livro do poeta Zé da Luz:

BRASIL CABOCLO

O sertão em carne e osso

 

 

 

 

 

Se um dia nós se gostásse;

Se um dia nós se querêsse;

Se nós dois se impariásse,

Se juntinho nós dois vivêsse!

Se juntinho nós dois morásse;

Se juntinho nós dois drumisse;

Se juntinho nós dois morrêsse!

Se prô céu nós assubísse!?

Mas porém, se acontecêsse,

Qui São Pêdo não abrisse

As porta do céu e fôsse,

Te dizê quarqué toulice?

E se eu me arriminásse

E tu cum eu insistísse,

Pra qui eu me arrezorvêsse

E a minha faca puchásse,

E o buxo do céu furasse?…

Tarvez qui nós dois ficásse

Tarvez qui nós dois caísse,

E o céu furado arriásse

E as Virge tôdas fugisse!!!

 

 

 

 

 

Publicado em:  on 22 06amTue, 24 Jun 2008 10:45:18 +0000ç2008 2008 at 10:45 am Deixe um comentário

OS MAIORES TRÊS MINUTOS DA HISTÓRIA DO FUTEBOL

Do livro de Ruy Castro:

Estrela solitária

Um brasileiro chamado GARRINCHA

 

 

No sábado, Garrincha perguntou a Nilton Santos:

“Estão falando que eu vou jogar. Mas só acredito se você me disser. É verdade?”

“Parece que é”, respondeu Nilton.

Didi animou-o:

“É amanhã que você vai botar os russos pra jambrar, Mané.”

E Garrincha:

“Será que esses caras são de bola?”

…………………………………………………………………………………………………………..

            Os jogadores pegaram suas bolsas com o material e a seleção tomou o ônibus para o estádio Nya Ullevi, em Gotemburgo. A poucos minutos da partida, enquanto os jogadores eram massageados por Mário Américo, Carlos Nascimento resolveu retribuir a “cortesia” dos russos e foi xeretá-los no seu próprio vestiário. Muniu-se de flâmulas da CBD e foi oferecê-las aos adversários.

            Voltou poucos minutos depois, com a mesma cara fechada, mas com um brilho nos olhos:

            “Eles estão apavorados!”

            Quando a seleção reuniu-se ao redor de Feola para as últimas instruções todos escutaram quando ele virou-se para Didi:

            “E não se esqueça, Didi. A primeira bola é para o Garrincha.”

            E para Garrincha:

            “Tente descadeirá-los de saída.”

 

 

“Monsieur Guigue, gendarme nas horas vagas, ordena o começo da partida. Didi centra rápido para a direita: 15 segundos de jogo. Garrincha escora a bola com o peito do pé: 20 segundos. Kuznetzov parte sobre ele. Garrincha faz que vai para a esquerda, não vai, sai pela direita. Kuznetzov cai e fica sendo o primeiro João da Copa do Mundo: 25 segundos. Garrincha dá outro drible em Kuznetzov: 27 segundos. Mais outro: 30 segundos. Outro. Todo o estádio levanta-se. Kuznetzov está sentado, espantado. 32 segundos. Garrincha parte para a linha de fundo. Kuznetzov arremete outra vez, agora ajudado por Voinov e Krijveski: 34 segundos. Garrincha faz assim com a perna. Puxa a bola para cá, para lá e sai de novo pela direita. Os três russos estão esparramados na grama, Voinov com o assento empinado para océu. O estádio estoura de riso: 38 segundos. Garrincha chuta violentamente, cruzado, sem ângulo. A bola explode no poste esquerdo da baliza de Iashin e sai pela linha de fundo: 40 segundos. A platéia delira. Garrincha volta para o meio do campo, sempre desengonçado. Agora é aplaudido.”

“A torcida fica de pé outra vez. Garrincha avança com a bola. João Kuznetzov cai novamente. Didi pede a bola: 45 segundos. Chuta de curva, com a parte de dentro do pé. A bola faz a volta ao lado de Igor Netto e cai nos pés de Pelé. Pelé dá a Vavá: 48 segundos. Vavá a Didi, a Garrincha, outra vez a Pelé, Pelé chuta, a bola bate no travessão e sobe: 55 segundos. O ritmo do time é alucinante. É a cadência de Garrincha. Iashin tem a camisa empapada de suor, como se jogasse a várias horas. A avalanche continua. Segundo após segundo, Garrincha dizima os russos. A histeria domina o estádio. E a explosão vem com o gol de Vavá, exatamente aos três minutos.”

Foi assim que o repórter Ney Bianchi reproduziu em Manchete Esportiva aquele começo de jogo, como se tivesse um olho na bola e outro no cronômetro. Mas não estava longe da verdade. Outro jornalista, Gabriel Hannot, diria que aqueles foram os maiores três minutos da história do futebol.”

Publicado em:  on 22 06pmMon, 23 Jun 2008 20:01:19 +0000ç2008 2008 at 8:01 pm Comentários (1)

CAMPOS DE CARVALHO

            Do livro A CHUVA IMÓVEL de Campos de Carvalho

“Como roncam os que têm a consciência tranqüila! – até parece uma casa de marimbondos. Às vezes desperto com eles e ponho-me a fazer conjecturas: este é o avô, embora já esteja morto e muito bem enterrado, este é Andréa com seu belo par de seios, pena que seja minha irmã; este é o da minha mãe fora de qualquer dúvida, este o da nova empregada embora não durma em casa – este o vento, que também tem direito a roncar como qualquer criatura… Às vezes ouço o meu próprio ronco mas é muito raro, geralmente quando chego bêbado e já não penso em nada – ou então é a minha barriga que ronca, ou alguém dentro dela, ou nos meus testículos, meus filhos e meus netos: os degenerados! Dormir a esse ponto, sem ao menos um olho à espreita, como se o teto ou o céu não pudesse desabar a qualquer instante, e não houvesse em toda a extensão da terra uma só vítima do câncer ou da injustiça, um só faminto ou um único suicida, nenhuma fábrica de canhões ou nenhuma cadeira elétrica – convenhamos que é ter mesmo vocação para defunto e nem ter vindo ao mundo para outra coisa, por mais que a Constituição diga o contrário, e o rádio, e a vitrola, e a bula do papa e a dos remédios – e sobretudo cada um a si mesmo diante do espelho, vestido para o domingo.”

 

     

 

 

 

 

 

Publicado em:  on 22 06pmSun, 22 Jun 2008 14:32:55 +0000ç2008 2008 at 2:32 pm Deixe um comentário

PERSISTÊNCIA

O amor pereceu

a dor de não conseguir, perdurou, mas também faliu

ruiu meu sonho, minha casa de morada, meu plano mestre

acabaram-se as intenções

sobraram apenas cinzas.

Mesmo assim resolvi prosseguir na vida

Cambaleante e sem euforia

E qual fênix, ressurgirei…

Publicado em:  on 22 06amSat, 21 Jun 2008 10:51:12 +0000ç2008 2008 at 10:51 am Deixe um comentário

Só por uma noite…

recebida por e-mail

 rir é preciso 

  

    Um homem e uma mulher, que nunca tinham se encontrado, mas que eram ambos casados com outras pessoas, foram alocados como passageiros numa mesma cabine de um trem transcontinental.
    Embora inicialmente meio envergonhados e desconfortáveis com aquela situação de compartilharem o mesmo aposento, ambos estavam muito cansados e caíram no sono rapidamente, ele no beliche superior e ela no inferior.
    À 1:00 h da manhã, o homem se inclinou e gentilmente cutucou a mulher, acordando-a dizendo:
    – Desculpe-me o incômodo, mas você poderia pegar para mim no armário um cobertor extra? Estou morrendo de frio.
    A mulher respondeu prontamente:
    – Eu tenho uma idéia melhor. Somente esta noite, vamos fingir que eu e você somos casados?

      - Uau! Esta é uma excelente idéia! – exclamou o homem.
     - Ótimo! – respondeu a mulher – Então vá buscar você mesmo a porra do cobertor, seu merda!
Após um breve momento de silêncio, o homem soltou um pum…

 
 

 

 

Publicado em:  on at 9:59 am Deixe um comentário

Mais Xico Sá

do

 

CATECISMO DE

DEVOÇÕES,

INTIMIDADES

&

PORNOGRAFIAS

 

 

por Xico Sá

 

 

DA CESTA BÁSICA

COMO NARRATIVA

DE UMA CRIATURA

 

 

Vinhos baratos, para

que a embriaguez não

tenha preço, bouquet ou

safra;

 

 

lubrificantes, até que se

ganhe a suprema intimidade

do coito;

 

(…)

 

músculos ou cubos de

goulash e pimenta para

um bom e revigorante

caldo;

 

 

chá de boldo para a

proteção dos fígados, embora

o amor por si já nos

garanta a imunidade dos

corpos;

 

 

leite de cabra para banhá-

la inteira;

 

 

boas cortinas para que o

sol não se vingue contra o

leito.

Publicado em:  on 22 06pmFri, 20 Jun 2008 13:56:14 +0000ç2008 2008 at 1:56 pm Deixe um comentário